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Apresentação da semana


Semanalmente, às segundas-feiras às 9h, são feitas no LACE reuniões com apresentação, por um dos integrantes do laboratório, de um artigo científico acerca de temas que se relacionem com as linhas de pesquisa desenvolvidas.

Segue-se à apresentação uma discussão para debater os conceitos, técnicas e resultados do artigo apresentado.

Abaixo disponibilizamos a tabela com os datas dos artigos e respectivas apresentações já realizadas pelos integrantes do LACE.

Nos links abaixo, estão disponíveis várias apresentações em PDF. Além disso, para melhor compreensão de todos, todas as semanas, disponiblilizaremos um resumo explicando o tema central de cada artigo apresentado.

Suplementação aguda de L-arginina aumenta o volume sanguíneo muscular, mas não a performance de força

A L-arginina é o aminoácido precursor do óxido nítrico. Suplementos dietéticos contendo L-arginina tem sido comercializados com o propósito de aumentar a vasodilatação e, com isso, elevar o fluxo sanguíneo do músculo em exercício e melhor suas respostas metabólicas.

Pesquisador da UFF desenvolve estudo inédito para avaliação aeróbica de lutadores de MMA

Um estudo do professor Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, coordenador do Laboratório de Ciências do Exercício da Universidade Federal Fluminense (UFF), está desenvolvendo um protocolo de avaliação do consumo de oxigênio pelos praticantes das artes marciais.

Efeitos agudos e crônicos do exercício sobre marcadores inflamatórios e peptídeo natriurético tipo-B em pacientes com doença arterial coronariana

A inflamação tem um papel essencial na inflamação e pode ser o gatilho para eventos coronarianos agudos. Neste contexto, o exercício físico é uma ferramenta não farmacológica capaz de atenuar a inflamação. Porém existe um paradoxo entre o efeito agudo e crônico do exercício sobre os marcadores inflamatórios em pacientes com doença arterial coronariana.

O efeito agudo do exercício resistido com fluxo sanguíneo restrito na pressão arterial pós-exercício

 O exercício com restrição de fluxo sanguíneo (BFR) é um tipo emergente de exercício que pode trazer benefícios para população idosa ou com alguma condição especial. Essas populações podem se beneficiar com a redução da pressão arterial promovida pela pratica de exercício.

A influência da estimulação de metaborreceptores do músculo locomotor na resposta ventilatória ao exercício

 Pacientes com Insuficiência Cardíaca geralmente apresentam limitações em suas atividades de vida diária por sintomas como dispnéia e fadiga. Alguns mecanismos têm sido descritos para explicar o desenvolvimento destes sintomas. Embora mecanismos específicos permaneçam obscuros, têm sido sugerido que receptores no  músculo esquelético possam contribuir para alteração na resposta ventilatória e na pressão arterial ao exercício (metaboreflexo).

Cerebral autoregulation dynamics in endurance-trained individuals

Atletas com elevada condição aeróbica possuem tolerância ortostática reduzida, frequentemente associada com sintomas de baixa perfusão cerebral: tontura, turvação visual e, em casos mais severos, síncope.

Cerebral autoregulation dynamics in endurance-trained individuals.

Atletas com elevada condição aeróbica possuem tolerância ortostática reduzida, frequentemente associada com sintomas de baixa perfusão cerebral: tontura, turvação visual e, em casos mais severos, síncope.

Efeitos agudos e crônicos do exercício sobre marcadores inflamatórios e peptídeo natriurético tipo-B em pacientes com doença arterial coronariana

A inflamação tem um papel essencial na inflamação e pode ser o gatilho para eventos coronarianos agudos. Neste contexto, o exercício físico é uma ferramenta não farmacológica capaz de atenuar a inflamação. Porém existe um paradoxo entre o efeito agudo e crônico do exercício sobre os marcadores inflamatórios em pacientes com doença arterial coronariana.

Efeitos agudos e crônicos do exercício sobre marcadores inflamatórios e peptídeo natriurético tipo-B em pacientes com doença arterial coronariana

A inflamação tem um papel essencial na inflamação e pode ser o gatilho para eventos coronarianos agudos. Neste contexto, o exercício físico é uma ferramenta não farmacológica capaz de atenuar a inflamação. Porém existe um paradoxo entre o efeito agudo e crônico do exercício sobre os marcadores inflamatórios em pacientes com doença arterial coronariana.